Exposição "viver As Cidades/ Programa Polis"

Pavilhão de Portugal, Expo

Ventura Trindade Arquitectos  · Exposição "viver As Cidades/ Programa Polis"
Ventura Trindade Arquitectos

Num edifício marcante de Álvaro Siza – o Pavilhão de Portugal da Expo’98 -, desenhado como um palácio contemporâneo, junto à água, com uma enorme praça cerimonial coberta, foi proposto organizar uma exposição demonstrativa das intervenções do programa POLIS, cujas premissas fundamentais se baseiam na requalificação e na valorização ambiental dos espaços públicos de algumas cidades portuguesas.

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O tema tornava pertinente a utilização das áreas exteriores do pavilhão, como a praça, o pátio central e as varandas do piso superior, para além da infindável sucessão de salas e salões no interior.

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Propusémos inicialmente anexar ao edifício um jardim que nos pareceu poderia faltar à sua condição de palácio moderno, organizando a exposição no exterior, sob a cobertura da praça.

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O Jardim do Paço de Castelo Branco, - único jardim histórico recuperado no âmbito do programa POLIS - serviu de base geométrica, adaptando-se milimetricamente às dimensões da praça.

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As sebes de buxo talhado dariam lugar a expositores revestidos a relva sintéctica e iluminados por dentro, com a informação impressa no topo.

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Desta imagem ficcionada precursora do projecto resultaram na prática elementos que caracterizam os espaços exteriores de uma cidade.

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Um pavimento em saibro percorre toda a praça e aparenta entrar no pavilhão. Surge novamente nos espaços exteriores estabelecendo programas complementares à exposição no interior, o que torna indistinta a fronteira entre espaço público e edíficio privado.

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O saibro que já existia no pátio central do edifício percorre agora também as varandas e a praça, prolongando para o exterior o percurso expositivo, tornando-o parte da vida urbana envolvente.

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As peças de suporte dos conteúdos expostos são longos planos brancos iluminados que atravessam delicadamente os vários espaços, acolhendo a informação escrita impressa e as imagens projectadas a partir de equipamentos vídeo instalados nas sancas dos tectos.

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Evitou-se desta forma utilizar como suporte da informação as paredes existentes, permitindo a integridade da leitura dos espaços.

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A escala dos mesmos ‘obrigou’ a desenhar mesas de 30 metros e planos com mais de 80, propondo um percurso longo de visita a esta notável construção.

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